Trump afirma que tem adiado um novo ataque ao Irã 'há algum tempo'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que vem adiando um novo ataque ao Irã 'há algum tempo' e esperava que 'seja para sempre'. A afirmação foi feita em um evento na Casa Branca. Segundo ele, seria importante que Teerã precisa formalizar seus termos nucleares por escrito. Em meio a isso, destacou que tiveram progressos e 'desenvolvimentos positivos'. 'A Arábia Saudita, o Catar, os Emirados Árabes Unidos e outros me perguntaram se poderíamos adiar o ataque ao Irã por dois ou três dias. Eles pediram um curto período de tempo porque acreditam que estão muito perto de chegar a um acordo', completou. Depois, Trump disse que vê 'uma excelente chance' de chegar a um acordo com o Irã 'sem ter que voltar aos bombardeios'. Segundo ele, através dos intermediários, havia boas oportunidades de uma 'solução'. 'Não permitiremos que o Irã adquira armas nucleares. Fui contatado por esses três países, além de outros, que estão negociando diretamente com nossos países e com o Irã, e parece haver uma excelente chance de encontrarmos uma solução. Se pudermos fazer isso sem bombardeios impiedosamente contra eles, ficarei muito feliz', disse ele a repórteres. Além disso, nessa segunda-feira (18), a porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, reforçou que o Irã também deve abandonar suas ambições nucleares. Ela explicou que o Irã não pode ter enriquecido urânio, e isso representa uma linha vermelha nas negociações, juntamente com a completa paralisação do programa nuclear iraniano. Suspensão de ataque previsto para esta terça (19) Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Divulgação/Casa Branca O presidente americano Donald Trump suspendeu o ataque militar em larga escala contra o Irã que estava previsto para esta terça-feira (19). A decisão ocorreu após um pedido direto e de última hora dos líderes da Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos. Apesar do recuo estratégico, Trump alertou que o Pentágono continua em prontidão total e pode agir a qualquer momento caso Teerã não ceda nas negociações. Fontes de inteligência confirmam que os Estados Unidos rejeitaram a quarta proposta de paz enviada pelo Irã nesta segunda-feira por meio de interlocutores paquistaneses, classificando o texto como "insuficiente". O principal ponto de impasse é a recusa de Teerã em entregar seu estoque de urânio enriquecido e paralisar o programa nuclear pelas próximas duas décadas. O cancelamento temporário dos bombardeios trouxe um alívio imediato para os mercados globais nesta terça-feira (19) provocando a queda do dólar. Mas o preço do barril de petróleo do tipo Brent continua pressionado e opera na casa dos 110 dólares. O mercado financeiro segue em alerta porque o bloqueio naval americano aos portos iranianos continua mantido, o que restringe o fluxo de combustíveis no Oriente Médio. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã informou que o regime avalia reabrir o Estreito de Ormuz, mas sem dar passagem para os Estados Unidos e Israel. No Brasil, o presidente Lula falou das medidas que o governo tem adotado para tentar aliviar a alta no preço do petróleo para o consumidor. Novo mapa do Estreito de Ormuz, segundo divulgado pela Marinha iraniana. Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que vem adiando um novo ataque ao Irã 'há algum tempo' e esperava que 'seja para sempre'. A afirmação foi feita em um evento na Casa Branca. Segundo ele, seria importante que Teerã precisa formalizar seus termos nucleares por escrito. Em meio a isso, destacou que tiveram progressos e 'desenvolvimentos positivos'. 'A Arábia Saudita, o Catar, os Emirados Árabes Unidos e outros me perguntaram se poderíamos adiar o ataque ao Irã por dois ou três dias. Eles pediram um curto período de tempo porque acreditam que estão muito perto de chegar a um acordo', completou. Depois, Trump disse que vê 'uma excelente chance' de chegar a um acordo com o Irã 'sem ter que voltar aos bombardeios'. Segundo ele, através dos intermediários, havia boas oportunidades de uma 'solução'. 'Não permitiremos que o Irã adquira armas nucleares. Fui contatado por esses três países, além de outros, que estão negociando diretamente com nossos países e com o Irã, e parece haver uma excelente chance de encontrarmos uma solução. Se pudermos fazer isso sem bombardeios impiedosamente contra eles, ficarei muito feliz', disse ele a repórteres. Além disso, nessa segunda-feira (18), a porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, reforçou que o Irã também deve abandonar suas ambições nucleares. Ela explicou que o Irã não pode ter enriquecido urânio, e isso representa uma linha vermelha nas negociações, juntamente com a completa paralisação do programa nuclear iraniano. Suspensão de ataque previsto para esta terça (19) Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Divulgação/Casa Branca O presidente americano Donald Trump suspendeu o ataque militar em larga escala contra o Irã que estava previsto para esta terça-feira (19). A decisão ocorreu após um pedido direto e de última hora dos líderes da Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos. Apesar do recuo estratégico, Trump alertou que o Pentágono continua em prontidão total e pode agir a qualquer momento caso Teerã não ceda nas negociações. Fontes de inteligência confirmam que os Estados Unidos rejeitaram a quarta proposta de paz enviada pelo Irã nesta segunda-feira por meio de interlocutores paquistaneses, classificando o texto como "insuficiente". O principal ponto de impasse é a recusa de Teerã em entregar seu estoque de urânio enriquecido e paralisar o programa nuclear pelas próximas duas décadas. O cancelamento temporário dos bombardeios trouxe um alívio imediato para os mercados globais nesta terça-feira (19) provocando a queda do dólar. Mas o preço do barril de petróleo do tipo Brent continua pressionado e opera na casa dos 110 dólares. O mercado financeiro segue em alerta porque o bloqueio naval americano aos portos iranianos continua mantido, o que restringe o fluxo de combustíveis no Oriente Médio. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã informou que o regime avalia reabrir o Estreito de Ormuz, mas sem dar passagem para os Estados Unidos e Israel. No Brasil, o presidente Lula falou das medidas que o governo tem adotado para tentar aliviar a alta no preço do petróleo para o consumidor. Novo mapa do Estreito de Ormuz, segundo divulgado pela Marinha iraniana. Reprodução

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