Lula afirma que irá enviar carta a Trump para abordar possíveis novas tarifas
O presidente brasileiro Lula afirmou nesta quarta-feira (3) durante a reunião ministerial que pretende enviar uma nova carta ao presidente americano, Donald Trump, e escrever artigos na imprensa internacional para abordar as possíveis novas taxas dos Estados Unidos. O presidente se mostrou indignado com a forma como a sanção foi comunicada. Ele revelou que foi pego de surpresa e que ficou sabendo das novas tarifas pela rede social, com base no que chamou de inverdades. Lula afirmou que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, 'não gosta da América Latina e muito menos do Brasil', completando que ele seria um 'latino-americano frustrado'. Nessa terça (2), o secretário afirmou que o Brasil não era um país amigável para os EUA. O presidente Lula subiu o tom contra os Estados Unidos, disse que não aceita o tratamento dado nesta semana e avisou que o Brasil não vai baixar a cabeça diante do novo tarifaço anunciado pelo governo de Donald Trump. O petista exigiu que a equipe não tenha medo das ameaças americanas e declarou que o país não vai ficar chorando. Segundo o presidente, se os Estados Unidos não quiserem comprar os produtos brasileiros, o governo vai procurar novos parceiros comerciais e vender para quem quiser comprar. Lula afirmou que o Brasil é dono do próprio nariz, soberano, e que não vai mais aceitar a política do vira-lata, nem admitir ser tratado como uma republiqueta. Lula lembrou do recente encontro que teve com Trump, onde entregou documentos pessoalmente, e reclamou que, se alguém tivesse que aplicar taxas para equilibrar o comércio, deveria ser o Brasil contra os americanos. Reafirmando que não quer guerra nem com a China, nem com os Estados Unidos, Lula mandou um recado direto afirmando que Donald Trump não é o imperador do mundo. O presidente confirmou que vai levar a crise para a próxima cúpula do G7, onde pretende denunciar o que chamou de desmonte das instituições internacionais e cobrar o fortalecimento do multilateralismo.

O presidente brasileiro Lula afirmou nesta quarta-feira (3) durante a reunião ministerial que pretende enviar uma nova carta ao presidente americano, Donald Trump, e escrever artigos na imprensa internacional para abordar as possíveis novas taxas dos Estados Unidos. O presidente se mostrou indignado com a forma como a sanção foi comunicada. Ele revelou que foi pego de surpresa e que ficou sabendo das novas tarifas pela rede social, com base no que chamou de inverdades. Lula afirmou que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, 'não gosta da América Latina e muito menos do Brasil', completando que ele seria um 'latino-americano frustrado'. Nessa terça (2), o secretário afirmou que o Brasil não era um país amigável para os EUA. O presidente Lula subiu o tom contra os Estados Unidos, disse que não aceita o tratamento dado nesta semana e avisou que o Brasil não vai baixar a cabeça diante do novo tarifaço anunciado pelo governo de Donald Trump. O petista exigiu que a equipe não tenha medo das ameaças americanas e declarou que o país não vai ficar chorando. Segundo o presidente, se os Estados Unidos não quiserem comprar os produtos brasileiros, o governo vai procurar novos parceiros comerciais e vender para quem quiser comprar. Lula afirmou que o Brasil é dono do próprio nariz, soberano, e que não vai mais aceitar a política do vira-lata, nem admitir ser tratado como uma republiqueta. Lula lembrou do recente encontro que teve com Trump, onde entregou documentos pessoalmente, e reclamou que, se alguém tivesse que aplicar taxas para equilibrar o comércio, deveria ser o Brasil contra os americanos. Reafirmando que não quer guerra nem com a China, nem com os Estados Unidos, Lula mandou um recado direto afirmando que Donald Trump não é o imperador do mundo. O presidente confirmou que vai levar a crise para a próxima cúpula do G7, onde pretende denunciar o que chamou de desmonte das instituições internacionais e cobrar o fortalecimento do multilateralismo.

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