Guerra com Irã pode ter influenciado tentativa de assassinato a Trump, diz inteligência dos EUA

A guerra dos Estados Unidos contra o Irã pode ter influenciado o homem acusado de tentar assassinar o presidente Donald Trump e altos funcionários americanos em um jantar com jornalistas na Casa Branca em abril, de acordo com uma avaliação da inteligência americana analisada pela Reuters. O relatório preliminar do Departamento de Segurança Interna afirmou que o suspeito Cole Allen tinha 'múltiplas queixas sociais e políticas' e concluiu que a guerra com o Irã pode ter contribuído para sua decisão de realizar o ataque. A avaliação citou postagens em redes sociais ligadas a Allen, nas quais ele criticava as ações dos EUA durante o conflito. O relatório, datado de 27 de abril, foi distribuído para agências policiais estaduais e locais e outros órgãos federais após a tentativa de tiroteio de 25 de abril no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca. A Reuters informou que o FBI tem analisado a atividade online de Allen, incluindo postagens anti-Trump relacionadas ao Irã, à política de imigração, a Elon Musk e à guerra da Rússia na Ucrânia. Nesta semana, os promotores americanos acrescentaram uma acusação contra Allen, alegando que ele atirou contra um agente do Serviço Secreto durante o incidente. Ele ainda não se declarou culpado ou inocente. A nova acusação aponta que o suspeito, Cole Allen, teria atirado contra um agente do Serviço Secreto dos EUA em um posto de controle de segurança. A medida faz parte de uma denúncia ampliada, com quatro acusações, apresentada por um júri federal em Washington. Além da nova acusação, Allen já respondia por tentativa de assassinato, disparo de arma de fogo durante um crime violento e transporte ilegal de arma de fogo e munição entre estados. Promotores afirmam que Cole Allen, de 31 anos, morador da Califórnia, estava armado com uma espingarda e uma pistola quando rompeu a segurança no dia 25 de abril, tentando chegar até o presidente Donald Trump e outras autoridades. Ele ainda não se declarou culpado nem inocente. A nova acusação surge após dúvidas se Allen chegou a atirar contra um agente do Serviço Secreto enquanto avançava em direção ao salão principal, onde cerca de 2.500 pessoas, entre jornalistas, políticos e convidado, participavam do jantar. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em pronunciamento após ataque durante jantar na Casa Branca MANDEL NGAN / AFP Inicialmente, autoridades disseram que o disparo ocorreu e que o agente não se feriu gravemente por causa do colete à prova de balas. No entanto, a denúncia inicial não incluía essa acusação, nem o suposto disparo foi citado em um pedido de prisão preventiva apresentado em 29 de abril. Na quinta-feira, a procuradora federal Jeanine Pirro divulgou imagens de segurança que, segundo ela, mostram Allen atirando contra o agente, que reagiu. Em entrevista à CNN, Pirro afirmou que um projétil recuperado no local continha fibras do colete do agente. Segundo a acusação, Allen usou uma 'arma mortal e perigosa' para agredir e tentar impedir a atuação do agente em serviço. Ele foi contido antes de chegar ao salão de baile, e ninguém mais ficou ferido. Seguranças retiram Donald Trump após barulho de tiros durante jantar em hotel em Washington Foto por DANNY KEMP/AFP

Guerra com Irã pode ter influenciado tentativa de assassinato a Trump, diz inteligência dos EUA

A guerra dos Estados Unidos contra o Irã pode ter influenciado o homem acusado de tentar assassinar o presidente Donald Trump e altos funcionários americanos em um jantar com jornalistas na Casa Branca em abril, de acordo com uma avaliação da inteligência americana analisada pela Reuters. O relatório preliminar do Departamento de Segurança Interna afirmou que o suspeito Cole Allen tinha 'múltiplas queixas sociais e políticas' e concluiu que a guerra com o Irã pode ter contribuído para sua decisão de realizar o ataque. A avaliação citou postagens em redes sociais ligadas a Allen, nas quais ele criticava as ações dos EUA durante o conflito. O relatório, datado de 27 de abril, foi distribuído para agências policiais estaduais e locais e outros órgãos federais após a tentativa de tiroteio de 25 de abril no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca. A Reuters informou que o FBI tem analisado a atividade online de Allen, incluindo postagens anti-Trump relacionadas ao Irã, à política de imigração, a Elon Musk e à guerra da Rússia na Ucrânia. Nesta semana, os promotores americanos acrescentaram uma acusação contra Allen, alegando que ele atirou contra um agente do Serviço Secreto durante o incidente. Ele ainda não se declarou culpado ou inocente. A nova acusação aponta que o suspeito, Cole Allen, teria atirado contra um agente do Serviço Secreto dos EUA em um posto de controle de segurança. A medida faz parte de uma denúncia ampliada, com quatro acusações, apresentada por um júri federal em Washington. Além da nova acusação, Allen já respondia por tentativa de assassinato, disparo de arma de fogo durante um crime violento e transporte ilegal de arma de fogo e munição entre estados. Promotores afirmam que Cole Allen, de 31 anos, morador da Califórnia, estava armado com uma espingarda e uma pistola quando rompeu a segurança no dia 25 de abril, tentando chegar até o presidente Donald Trump e outras autoridades. Ele ainda não se declarou culpado nem inocente. A nova acusação surge após dúvidas se Allen chegou a atirar contra um agente do Serviço Secreto enquanto avançava em direção ao salão principal, onde cerca de 2.500 pessoas, entre jornalistas, políticos e convidado, participavam do jantar. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em pronunciamento após ataque durante jantar na Casa Branca MANDEL NGAN / AFP Inicialmente, autoridades disseram que o disparo ocorreu e que o agente não se feriu gravemente por causa do colete à prova de balas. No entanto, a denúncia inicial não incluía essa acusação, nem o suposto disparo foi citado em um pedido de prisão preventiva apresentado em 29 de abril. Na quinta-feira, a procuradora federal Jeanine Pirro divulgou imagens de segurança que, segundo ela, mostram Allen atirando contra o agente, que reagiu. Em entrevista à CNN, Pirro afirmou que um projétil recuperado no local continha fibras do colete do agente. Segundo a acusação, Allen usou uma 'arma mortal e perigosa' para agredir e tentar impedir a atuação do agente em serviço. Ele foi contido antes de chegar ao salão de baile, e ninguém mais ficou ferido. Seguranças retiram Donald Trump após barulho de tiros durante jantar em hotel em Washington Foto por DANNY KEMP/AFP