Fim da escala 6x1: relator pretende incluir compensações a setores produtivos no parecer

O relator da proposta que trata do fim da escala 6x1, deputado Leo Prates, afirmou que pretende incluir no parecer formas de compensação aos setores produtivos, para mitigar os efeitos da redução da escala dos trabalhadores. Prates disse ainda que reduzir a escala de trabalho e manter os salários são pontos inegociáveis, mas também é necessário buscar uma saída para os patrões. "Isso depende do governo, isso não depende de mim. O que eu vou tentar trabalhar é para um modelo que a gente atenda ao que os sindicatos patronais consigam e ao que os trabalhadores queiram. Aí muita gente tem perguntado: O senhor não tem sido utópico? Olha, para quem foi secretário de saúde na pandemia e conseguiu trabalhar unido com PT e DEM, eu acho que tudo é possível." A PEC que está na comissão especial apenas duas propostas — do deputado Reginaldo Lopes e da deputada Erika Hilton. Segundo o relator, o texto que será usado como base será o do deputado Reginaldo, que foi apresentado em 2019 e previa redução de jornada de 44 para 36 horas. Contudo, o próprio parlamentar afirmou que hoje seria mais viável a redução para 40 horas semanais. Também é prevista uma transição até 2028. Lula viaja aos EUA nesta quarta (6) para reunião com Trump Em reunião, Lula reafirma confiança em Messias e atribui derrota no Senado a Alcolumbre A ideia é apresentar o relatório no dia 20 de maio, conceder vistas coletivas e votar na comissão especial no dia 26, pra que a proposta seja analisada em plenário já no dia seguinte, em 27 de maio. Para que a proposta seja aprovada na Câmara, são necessários 308 votos dos deputados. Depois, o texto segue para o Senado. Nesta quarta (06), o Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, vai participar da primeira audiência da Comissão Especial para debater a PEC.

Fim da escala 6x1: relator pretende incluir compensações a setores produtivos no parecer

O relator da proposta que trata do fim da escala 6x1, deputado Leo Prates, afirmou que pretende incluir no parecer formas de compensação aos setores produtivos, para mitigar os efeitos da redução da escala dos trabalhadores. Prates disse ainda que reduzir a escala de trabalho e manter os salários são pontos inegociáveis, mas também é necessário buscar uma saída para os patrões. "Isso depende do governo, isso não depende de mim. O que eu vou tentar trabalhar é para um modelo que a gente atenda ao que os sindicatos patronais consigam e ao que os trabalhadores queiram. Aí muita gente tem perguntado: O senhor não tem sido utópico? Olha, para quem foi secretário de saúde na pandemia e conseguiu trabalhar unido com PT e DEM, eu acho que tudo é possível." A PEC que está na comissão especial apenas duas propostas — do deputado Reginaldo Lopes e da deputada Erika Hilton. Segundo o relator, o texto que será usado como base será o do deputado Reginaldo, que foi apresentado em 2019 e previa redução de jornada de 44 para 36 horas. Contudo, o próprio parlamentar afirmou que hoje seria mais viável a redução para 40 horas semanais. Também é prevista uma transição até 2028. Lula viaja aos EUA nesta quarta (6) para reunião com Trump Em reunião, Lula reafirma confiança em Messias e atribui derrota no Senado a Alcolumbre A ideia é apresentar o relatório no dia 20 de maio, conceder vistas coletivas e votar na comissão especial no dia 26, pra que a proposta seja analisada em plenário já no dia seguinte, em 27 de maio. Para que a proposta seja aprovada na Câmara, são necessários 308 votos dos deputados. Depois, o texto segue para o Senado. Nesta quarta (06), o Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, vai participar da primeira audiência da Comissão Especial para debater a PEC.