Após troca de ataques no Estreito de Ormuz, Irã afirma que analisa 'sem pressa' cessar-fogo enviado pelos EUA
Depois de Estados Unidos e Irã trocarem ataques no Estreito de Ormuz na última semana, o governo iraniano afirmou que analisa sem pressa a proposta de cessar-fogo enviada por Washington. Segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, o texto está sob análise técnica - o que requer tempo - e diz que não aceita ultimatos impostos pelos americanos. O comentário ocorre depois de Donald Trump ameaçar explodir nuclearmente o Irã caso o acordo não seja assinado rapidamente. Segundo Baghaei, os prazos e ameaças americanos “não significam nada” para Teerã. Participam da análise o Parlamento, a Guarda Revolucionária, o Conselho Supremo de Segurança Nacional e o próprio líder supremo do país. O Irã afirma que qualquer resposta final depende da aprovação interna completa. Forças americanas bombardearam instalações militares iranianas nesta quinta depois de sofrerem ataques contra navios dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz. O governo iraniano acusa Washington de violar o cessar-fogo ao atingir um petroleiro iraniano que seguia para a região. Questionado sobre os novos bombardeios, Donald Trump classificou a troca de ataques como um “tapa de amor”. Mas que, sem acordo, o mundo verá “um grande clarão vindo do Irã”. Mais cedo neste sábado, o Reino Unido anunciou o envio do destróier HMS Dragon para o Oriente Médio. Segundo o governo britânico, a embarcação vai participar de uma futura missão internacional de proteção marítima no Estreito de Ormuz, coordenada ao lado da França. A movimentação amplia a presença militar ocidental na região. No Líbano, os ataques israelenses continuam. Ao menos 17 pessoas morreram em ataques de Israel ao sul libanês nas últimas 24 horas. O último deles aconteceu na cidade de Nabatieh, em que um ataque de drone matou um pai e uma filha. Mesmo com a guerra, o Irã confirmou que pretende disputar a Copa do Mundo de 2026. A federação iraniana exigiu garantias de que Estados Unidos, Canadá e México não vão atacar ou insultar instituições ligadas ao regime iraniano durante o torneio. Na economia, o petróleo segue pressionado pela crise. O barril do tipo Brent está em 101 dólares, com alta de mais de 1% no último dia. Antes da guerra, o valor girava em torno de 70 dólares.

Depois de Estados Unidos e Irã trocarem ataques no Estreito de Ormuz na última semana, o governo iraniano afirmou que analisa sem pressa a proposta de cessar-fogo enviada por Washington. Segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, o texto está sob análise técnica - o que requer tempo - e diz que não aceita ultimatos impostos pelos americanos. O comentário ocorre depois de Donald Trump ameaçar explodir nuclearmente o Irã caso o acordo não seja assinado rapidamente. Segundo Baghaei, os prazos e ameaças americanos “não significam nada” para Teerã. Participam da análise o Parlamento, a Guarda Revolucionária, o Conselho Supremo de Segurança Nacional e o próprio líder supremo do país. O Irã afirma que qualquer resposta final depende da aprovação interna completa. Forças americanas bombardearam instalações militares iranianas nesta quinta depois de sofrerem ataques contra navios dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz. O governo iraniano acusa Washington de violar o cessar-fogo ao atingir um petroleiro iraniano que seguia para a região. Questionado sobre os novos bombardeios, Donald Trump classificou a troca de ataques como um “tapa de amor”. Mas que, sem acordo, o mundo verá “um grande clarão vindo do Irã”. Mais cedo neste sábado, o Reino Unido anunciou o envio do destróier HMS Dragon para o Oriente Médio. Segundo o governo britânico, a embarcação vai participar de uma futura missão internacional de proteção marítima no Estreito de Ormuz, coordenada ao lado da França. A movimentação amplia a presença militar ocidental na região. No Líbano, os ataques israelenses continuam. Ao menos 17 pessoas morreram em ataques de Israel ao sul libanês nas últimas 24 horas. O último deles aconteceu na cidade de Nabatieh, em que um ataque de drone matou um pai e uma filha. Mesmo com a guerra, o Irã confirmou que pretende disputar a Copa do Mundo de 2026. A federação iraniana exigiu garantias de que Estados Unidos, Canadá e México não vão atacar ou insultar instituições ligadas ao regime iraniano durante o torneio. Na economia, o petróleo segue pressionado pela crise. O barril do tipo Brent está em 101 dólares, com alta de mais de 1% no último dia. Antes da guerra, o valor girava em torno de 70 dólares.

Comentários (0)
Comentários do Facebook