Após invasão, governo mantém restrito o acesso dos estados ao sistema Defesa Civil

O governo federal manteve restrito o acesso dos estados ao sistema Defesa Civil Alerta após a invasão cibernética realizada na madrugada de sábado. Embora a plataforma esteja operando, o envio de alertas segue concentrado no Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), em Brasília. Com isso, em caso de eventos climáticos extremos, as Defesas Civis estaduais precisam solicitar ao órgão federal o disparo das notificações à população. Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o sistema passa por testes e validações antes da retomada integral das operações. Em nota,a pasta disse que não há prazo definido para a reabertura completa da plataforma, já que a prioridade é garantir a segurança do serviço. Paralelamente, seguem as investigações para identificar a origem da invasão e a forma de acesso ao sistema. A Polícia Federal abriu uma apuração preliminar sobre o caso. O incidente ocorreu entre a noite de sexta-feira e a madrugada de sábado, quando alertas indevidos foram disparados no nível “Extremo”, destinado a situações de risco iminente à vida. Alertas sonoros e visuais foram exibidos nos celulares da população de diferentes estados. Após o episódio, o governo suspendeu as contas de usuários ligadas ao incidente e bloqueou os acessos externos à interface de divulgação de alertas. A ferramenta é utilizada para enviar avisos emergenciais diretamente aos celulares, sem necessidade de cadastro prévio.

Após invasão, governo mantém restrito o acesso dos estados ao sistema Defesa Civil

O governo federal manteve restrito o acesso dos estados ao sistema Defesa Civil Alerta após a invasão cibernética realizada na madrugada de sábado. Embora a plataforma esteja operando, o envio de alertas segue concentrado no Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), em Brasília. Com isso, em caso de eventos climáticos extremos, as Defesas Civis estaduais precisam solicitar ao órgão federal o disparo das notificações à população. Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o sistema passa por testes e validações antes da retomada integral das operações. Em nota,a pasta disse que não há prazo definido para a reabertura completa da plataforma, já que a prioridade é garantir a segurança do serviço. Paralelamente, seguem as investigações para identificar a origem da invasão e a forma de acesso ao sistema. A Polícia Federal abriu uma apuração preliminar sobre o caso. O incidente ocorreu entre a noite de sexta-feira e a madrugada de sábado, quando alertas indevidos foram disparados no nível “Extremo”, destinado a situações de risco iminente à vida. Alertas sonoros e visuais foram exibidos nos celulares da população de diferentes estados. Após o episódio, o governo suspendeu as contas de usuários ligadas ao incidente e bloqueou os acessos externos à interface de divulgação de alertas. A ferramenta é utilizada para enviar avisos emergenciais diretamente aos celulares, sem necessidade de cadastro prévio.