Vai ter greve do metrô em São Paulo nesta quarta-feira (13)? Saiba mais detalhes

O Sindicato dos Metroviários e Metroviárias de São Paulo convocou uma assembleia geral para esta terça-feira (12), às 18h30, para decidir sobre a realização de uma greve da categoria. A decisão final não havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem. Caso seja aprovada, a paralisação deve começar na quarta-feira (13). O que os metroviários reivindicam? Entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão a realização de concursos públicos para recompor o quadro de funcionários do Metrô, que, segundo o sindicato, foi reduzido pela metade nos últimos dez anos. Em carta aberta divulgada nesta segunda-feira (11), a entidade criticou a política de terceirização adotada pelo governo estadual. “O governador decidiu que não vai mais fazer concurso público e a direção da empresa está conivente com essa decisão”, afirma o texto. O sindicato também questiona mudanças no plano de saúde Metrus. De acordo com os metroviários, há a possibilidade de aumento nos descontos aplicados aos salários e cobranças consideradas excessivas em casos de internação. Além disso, a categoria quer discutir o sistema de progressão salarial, conhecido como “steps”, e a Participação nos Resultados (PR) deste ano. No comunicado, os trabalhadores defendem ainda a adoção da chamada “catraca livre” durante uma eventual paralisação. Pela proposta, os funcionários manteriam a operação do sistema sem cobrança de tarifa, caso a medida fosse autorizada pela gestão estadual.

Vai ter greve do metrô em São Paulo nesta quarta-feira (13)? Saiba mais detalhes

O Sindicato dos Metroviários e Metroviárias de São Paulo convocou uma assembleia geral para esta terça-feira (12), às 18h30, para decidir sobre a realização de uma greve da categoria. A decisão final não havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem. Caso seja aprovada, a paralisação deve começar na quarta-feira (13). O que os metroviários reivindicam? Entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão a realização de concursos públicos para recompor o quadro de funcionários do Metrô, que, segundo o sindicato, foi reduzido pela metade nos últimos dez anos. Em carta aberta divulgada nesta segunda-feira (11), a entidade criticou a política de terceirização adotada pelo governo estadual. “O governador decidiu que não vai mais fazer concurso público e a direção da empresa está conivente com essa decisão”, afirma o texto. O sindicato também questiona mudanças no plano de saúde Metrus. De acordo com os metroviários, há a possibilidade de aumento nos descontos aplicados aos salários e cobranças consideradas excessivas em casos de internação. Além disso, a categoria quer discutir o sistema de progressão salarial, conhecido como “steps”, e a Participação nos Resultados (PR) deste ano. No comunicado, os trabalhadores defendem ainda a adoção da chamada “catraca livre” durante uma eventual paralisação. Pela proposta, os funcionários manteriam a operação do sistema sem cobrança de tarifa, caso a medida fosse autorizada pela gestão estadual.