Pacheco recua de candidatura em Minas e impasse pressiona estratégia do PT para 2026
O senador Rodrigo Pacheco afirmou a aliados que, neste momento, não pretende disputar o governo de Minas Gerais nas eleições de 2026, frustrando os planos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o segundo maior colégio eleitoral do país. A sinalização foi dada ao presidente nacional do PT, Edinho Silva, durante reunião realizada na noite de terça-feira (12), em Brasília. Segundo interlocutores do senador, Pacheco justificou a resistência à candidatura por razões pessoais e pelo cenário político em Minas Gerais. O ex-presidente do Senado tem demonstrado incômodo com a dificuldade de articulação do PT mineiro para consolidar uma base de apoio competitiva no estado. Aliados negam que a decisão tenha relação com uma eventual indicação ao Tribunal de Contas da União (TCU). Nos bastidores, porém, o tema ganhou força após o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, se afastar politicamente do Palácio do Planalto depois de atuar contra a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Pacheco era apontado como o nome preferido de Alcolumbre para uma futura vaga no STF. O senador havia indicado que anunciaria sua decisão até o fim deste mês. O atual movimento de recuo, porém, altera os planos do PT e impacta diretamente a montagem do palanque de Lula em Minas Gerais, estado historicamente decisivo nas disputas presidenciais. Até agora, a preferência do PT mineiro seguia sendo o nome de Pacheco, que aparecia bem posicionado nas pesquisas internas e levantamentos de intenção de voto. Após o desgaste envolvendo a disputa pela vaga no STF, no entanto, integrantes do governo passaram a trabalhar alternativas ao senador. Entre os nomes avaliados estão o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, o empresário Josué Alencar e o ex-procurador-geral de Justiça de Minas Gerais Jarbas Soares Júnior, citado pelo próprio Pacheco na conversa com Edinho Silva. Enquanto a base governista tenta reorganizar a estratégia em Minas, a oposição acelera negociações. O senador Flávio Bolsonaro, apontado como pré-candidato à Presidência da República, interrompeu tratativas com o grupo do atual governador em exercício Matheus Simões, do PSD, para priorizar uma aliança com o Republicanos do senador Cleitinho Azevedo, que lidera as articulações da direita para a disputa estadual.

O senador Rodrigo Pacheco afirmou a aliados que, neste momento, não pretende disputar o governo de Minas Gerais nas eleições de 2026, frustrando os planos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o segundo maior colégio eleitoral do país. A sinalização foi dada ao presidente nacional do PT, Edinho Silva, durante reunião realizada na noite de terça-feira (12), em Brasília. Segundo interlocutores do senador, Pacheco justificou a resistência à candidatura por razões pessoais e pelo cenário político em Minas Gerais. O ex-presidente do Senado tem demonstrado incômodo com a dificuldade de articulação do PT mineiro para consolidar uma base de apoio competitiva no estado. Aliados negam que a decisão tenha relação com uma eventual indicação ao Tribunal de Contas da União (TCU). Nos bastidores, porém, o tema ganhou força após o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, se afastar politicamente do Palácio do Planalto depois de atuar contra a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Pacheco era apontado como o nome preferido de Alcolumbre para uma futura vaga no STF. O senador havia indicado que anunciaria sua decisão até o fim deste mês. O atual movimento de recuo, porém, altera os planos do PT e impacta diretamente a montagem do palanque de Lula em Minas Gerais, estado historicamente decisivo nas disputas presidenciais. Até agora, a preferência do PT mineiro seguia sendo o nome de Pacheco, que aparecia bem posicionado nas pesquisas internas e levantamentos de intenção de voto. Após o desgaste envolvendo a disputa pela vaga no STF, no entanto, integrantes do governo passaram a trabalhar alternativas ao senador. Entre os nomes avaliados estão o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, o empresário Josué Alencar e o ex-procurador-geral de Justiça de Minas Gerais Jarbas Soares Júnior, citado pelo próprio Pacheco na conversa com Edinho Silva. Enquanto a base governista tenta reorganizar a estratégia em Minas, a oposição acelera negociações. O senador Flávio Bolsonaro, apontado como pré-candidato à Presidência da República, interrompeu tratativas com o grupo do atual governador em exercício Matheus Simões, do PSD, para priorizar uma aliança com o Republicanos do senador Cleitinho Azevedo, que lidera as articulações da direita para a disputa estadual.

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