Na reta final da campanha, governo prepara programa para reduzir endividamento das famílias
Na reta final da campanha eleitoral, em uma tentativa de reação às pesquisas, o governo Lula prepara uma nova ofensiva econômica focada na redução do endividamento das famílias, mas dessa vez mirando dívidas antigas. Governo federal prepara nova proposta de redução dos endividamento das famílias Governo Lula refuta acusações de Trump de que país falhou no combate ao PCC e CV O porta-voz econômico da campanha, o ministro da Fazenda Dario Durigan, apresentará ao presidente Lula, nos próximos dias, o novo programa, que segundo fontes do governo à CBN confirmaram que será incorporado à campanha. A medida é uma resposta ao índice de inadimplência de julho, que chegou a 5,8% segundo o Banco Central, o maior patamar desde 2011. Governo prepara modelo diferente do Desenrola O ministro da Fazenda, Dario Durigan, antecipou em entrevista ao jornal Extra que o formato será diferente do Desenrola. O governo fará um leilão para viabilizar a recompra de dívidas antigas com desconto. A principal mudança é que o consumidor não precisará acessar uma plataforma para negociar; a recompra e a limpeza do nome ocorrerão de forma direta pelo governo. Lula amplia agenda de medidas para impulsionar campanha O anúncio faz parte de um esforço mais amplo para alavancar a candidatura à reeleição. Apenas nesta semana, o presidente Lula sancionou dois projetos de lei que foram tratados como prioridade no Congresso após acordo com os presidentes da Câmara e do Senado: o programa Redata, que cria incentivos para a instalação de data centers no país, e a política nacional para exploração de minerais críticos. Essa última prevê um crédito tributário de R$ 5 bilhões para estimular o processamento desses minerais em território nacional. Lula também tem feito várias reuniões sobre as Bets e defende publicamente o fim dos jogos online, se dependesse dele. O presidente também vem reforçando que o Congresso pode votar ainda nesse ano o fim da escala de trabalho 6x1 e a PEC da Segurança. A movimentação do Planalto ocorre na mesma semana em que a pesquisa Quaest trouxe um dado inédito nesta eleição. Pela primeira vez, Flávio Bolsonaro ultrapassou Lula numericamente em uma simulação de segundo turno, registrando 42% das intenções de voto contra 40% do atual presidente.

Na reta final da campanha eleitoral, em uma tentativa de reação às pesquisas, o governo Lula prepara uma nova ofensiva econômica focada na redução do endividamento das famílias, mas dessa vez mirando dívidas antigas. Governo federal prepara nova proposta de redução dos endividamento das famílias Governo Lula refuta acusações de Trump de que país falhou no combate ao PCC e CV O porta-voz econômico da campanha, o ministro da Fazenda Dario Durigan, apresentará ao presidente Lula, nos próximos dias, o novo programa, que segundo fontes do governo à CBN confirmaram que será incorporado à campanha. A medida é uma resposta ao índice de inadimplência de julho, que chegou a 5,8% segundo o Banco Central, o maior patamar desde 2011. Governo prepara modelo diferente do Desenrola O ministro da Fazenda, Dario Durigan, antecipou em entrevista ao jornal Extra que o formato será diferente do Desenrola. O governo fará um leilão para viabilizar a recompra de dívidas antigas com desconto. A principal mudança é que o consumidor não precisará acessar uma plataforma para negociar; a recompra e a limpeza do nome ocorrerão de forma direta pelo governo. Lula amplia agenda de medidas para impulsionar campanha O anúncio faz parte de um esforço mais amplo para alavancar a candidatura à reeleição. Apenas nesta semana, o presidente Lula sancionou dois projetos de lei que foram tratados como prioridade no Congresso após acordo com os presidentes da Câmara e do Senado: o programa Redata, que cria incentivos para a instalação de data centers no país, e a política nacional para exploração de minerais críticos. Essa última prevê um crédito tributário de R$ 5 bilhões para estimular o processamento desses minerais em território nacional. Lula também tem feito várias reuniões sobre as Bets e defende publicamente o fim dos jogos online, se dependesse dele. O presidente também vem reforçando que o Congresso pode votar ainda nesse ano o fim da escala de trabalho 6x1 e a PEC da Segurança. A movimentação do Planalto ocorre na mesma semana em que a pesquisa Quaest trouxe um dado inédito nesta eleição. Pela primeira vez, Flávio Bolsonaro ultrapassou Lula numericamente em uma simulação de segundo turno, registrando 42% das intenções de voto contra 40% do atual presidente.
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