Presidente da Câmara dos EUA diz que questão nuclear do Irã está 'resolvida'
O presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Mike Johnson, disse nessa quarta-feira (16) que a questão do Irã obter armas nucleares está 'resolvida' e que agora é preciso reduzir os preços da gasolina. Ele também culpou os democratas e o ex-presidente Biden pelos altos preços. 'O Irã não terá armas nucleares. Esse foi um objetivo importante da política externa americana durante o último meio século', disse ele durante uma coletiva de imprensa na qual anunciou que a Câmara entraria em recesso até as eleições de meio de mandato, após o dia. 'Isso está resolvido, e agora precisamos baixar os preços da gasolina. Mas quero lembrar também: há outro fator importante para o alto preço da gasolina. Isso é resultado das políticas ruins dos democratas'. O preço de um galão de gasolina comum custa atualmente US$ 4,37, cerca de 30 centavos a mais do que há um mês e bem acima dos US$ 3,19 por galão de um ano atrás, de acordo com a associação americana. 'Os democratas querem restringir a produção de petróleo e gás dos EUA, e isso é um desastre para o povo americano. Portanto, é preciso manter as pessoas certas no comando para garantir que os preços dos combustíveis caiam', disse Johnson. O preço médio da gasolina em janeiro de 2025, último mês de mandato de Biden, foi de US$ 3,08, segundo o Departamento de Estatísticas de Transporte. China afirma que pretende 'salvaguardar' os direitos do Irã em guerra com os EUA Encontro entre ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, e ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi. Ministério das Relações Exteriores do Irã/WANA/Divulgação Em uma reunião em Pequim nesta quarta-feira (16), os ministros das Relações Exteriores do Irã e da China, Abbas Araghchi e Wang Yi, defenderam uma maior cooperação e integração entre os dois país. Os chineses defenderam que os iranianos e os Estados Unidos deveriam manter uma 'abordagem racional' para a guerra, mas declarando que estavam prontos para 'salvaguardar' os direitos do Irã. 'A China está disposta a fortalecer o diálogo e a cooperação com o Irã e a salvaguardar os direitos e interesses legítimos do país. Encorajamos o Irã e os EUA a manterem a racionalidade e a moderação', disse Wang a Aragchi durante a reunião. Do outro lado, Abbas disse que o Irã 'não tem interesse em continuar o conflito com os Estados Unidos e espera um retorno a uma solução diplomática para a crise'. 'Para o Irã, o memorando de entendimento com os Estados Unidos permanece em vigor', disse Araghchi, referindo-se ao documento assinado em 17 de junho, acrescentando que 'o Irã deseja um retorno a uma solução pacífica'. Também nesta quarta-feira (16), houve a confirmação por parte do Irã de rejeitar a entrada da Agência de Energia Atômica da ONU no país. O porta-voz da Organização de Energia Atômica do Irã, Behrouz Kamalvandi, rejeitou o pedido do Diretor-Geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi, para acesso às instalações nucleares iranianas danificadas durante o ataque conjunto entre Estados Unidos e Israel. 'O inimigo busca obter informações dessas instalações para alimentar sua agressão; nessas circunstâncias, proteger as informações relacionadas às instalações nucleares é de suma importância', enfatizou. Ele acrescentou que não havia confiança 'no chefe da AIEA, a menos que ele decida mudar fundamentalmente sua abordagem'. 'Ele se envolve em manobras políticas em vez de conduta profissional, e suas declarações são de natureza política'. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos Divulgação/Casa Branca

O presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Mike Johnson, disse nessa quarta-feira (16) que a questão do Irã obter armas nucleares está 'resolvida' e que agora é preciso reduzir os preços da gasolina. Ele também culpou os democratas e o ex-presidente Biden pelos altos preços. 'O Irã não terá armas nucleares. Esse foi um objetivo importante da política externa americana durante o último meio século', disse ele durante uma coletiva de imprensa na qual anunciou que a Câmara entraria em recesso até as eleições de meio de mandato, após o dia. 'Isso está resolvido, e agora precisamos baixar os preços da gasolina. Mas quero lembrar também: há outro fator importante para o alto preço da gasolina. Isso é resultado das políticas ruins dos democratas'. O preço de um galão de gasolina comum custa atualmente US$ 4,37, cerca de 30 centavos a mais do que há um mês e bem acima dos US$ 3,19 por galão de um ano atrás, de acordo com a associação americana. 'Os democratas querem restringir a produção de petróleo e gás dos EUA, e isso é um desastre para o povo americano. Portanto, é preciso manter as pessoas certas no comando para garantir que os preços dos combustíveis caiam', disse Johnson. O preço médio da gasolina em janeiro de 2025, último mês de mandato de Biden, foi de US$ 3,08, segundo o Departamento de Estatísticas de Transporte. China afirma que pretende 'salvaguardar' os direitos do Irã em guerra com os EUA Encontro entre ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, e ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi. Ministério das Relações Exteriores do Irã/WANA/Divulgação Em uma reunião em Pequim nesta quarta-feira (16), os ministros das Relações Exteriores do Irã e da China, Abbas Araghchi e Wang Yi, defenderam uma maior cooperação e integração entre os dois país. Os chineses defenderam que os iranianos e os Estados Unidos deveriam manter uma 'abordagem racional' para a guerra, mas declarando que estavam prontos para 'salvaguardar' os direitos do Irã. 'A China está disposta a fortalecer o diálogo e a cooperação com o Irã e a salvaguardar os direitos e interesses legítimos do país. Encorajamos o Irã e os EUA a manterem a racionalidade e a moderação', disse Wang a Aragchi durante a reunião. Do outro lado, Abbas disse que o Irã 'não tem interesse em continuar o conflito com os Estados Unidos e espera um retorno a uma solução diplomática para a crise'. 'Para o Irã, o memorando de entendimento com os Estados Unidos permanece em vigor', disse Araghchi, referindo-se ao documento assinado em 17 de junho, acrescentando que 'o Irã deseja um retorno a uma solução pacífica'. Também nesta quarta-feira (16), houve a confirmação por parte do Irã de rejeitar a entrada da Agência de Energia Atômica da ONU no país. O porta-voz da Organização de Energia Atômica do Irã, Behrouz Kamalvandi, rejeitou o pedido do Diretor-Geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi, para acesso às instalações nucleares iranianas danificadas durante o ataque conjunto entre Estados Unidos e Israel. 'O inimigo busca obter informações dessas instalações para alimentar sua agressão; nessas circunstâncias, proteger as informações relacionadas às instalações nucleares é de suma importância', enfatizou. Ele acrescentou que não havia confiança 'no chefe da AIEA, a menos que ele decida mudar fundamentalmente sua abordagem'. 'Ele se envolve em manobras políticas em vez de conduta profissional, e suas declarações são de natureza política'. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos Divulgação/Casa Branca
Comentários (0)
Comentários do Facebook