Governo Trump faz lista de países 'bons e maus' da OTAN e avalia como punir quem não apoiou guerra, diz site
A Casa Branca elaborou uma lista de países "bons e maus" da OTAN. Essa lista é avaliada em conjunto com maneiras do governo Trump de punir países considerados aliados que não apoiaram a guerra com o Irã. As informações estão em uma reportagem do site Político. O projeto, elaborado por autoridades antes da visita do secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, a Washington neste mês, inclui uma visão geral das contribuições dos membros para a aliança e os classifica em níveis, de acordo com três diplomatas europeus e um oficial de defesa dos EUA. No final do último ano, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, tinha revelado a ideia daqueles que ajudarem o país teriam um 'tratamento especial'. "Aliados que ainda não fizerem sua parte pela defesa coletiva enfrentarão consequências." Segundo fontes, a administração está mantendo todos os detalhes em sigilo enquanto planeja as opções. E as autoridades têm fornecido pouca clareza sobre quais seriam os favores ou as possíveis consequências. “Eles parecem não ter ideias muito concretas… quando se trata de punir maus aliados”, disse outro funcionário europeu, que, como outros, teve sua identidade preservada para discutir questões diplomáticas delicadas. “Mover tropas é uma opção, mas isso não pune principalmente os EUA?” A porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, destacou a frustração do governo americano com os aliados da organização. "Embora os Estados Unidos sempre tenham estado presentes para nossos chamados aliados, os países que protegemos com milhares de soldados não estiveram presentes para nós durante a operação. O presidente Trump deixou clara sua opinião sobre essa dinâmica injusta e, como ele disse, os Estados Unidos se lembrarão disso." Guarda iraniana assume autoria de tiros contra embarcações em Ormuz Embarcações passam pelo Estreito de Ormuz. Giuseppe CACACE / AFP A Guarda Revolucionária do Irã anunciou nesta quarta-feira (22) que apreendeu duas embarcações no Estreito de Ormuz, segundo informações da imprensa estatal. Segundo o comunicado, os dois navios estavam em 'desacordo com as normas'. O texto, divulgado pela agência de notícias Tasnim, destaca que as embarcações foram a MSC Francesca e Epaminondas - os dois navios que foram alvejados no canal anteriormente. A nota ainda acrescenta que foram 'escoltados até a costa iraniana'. A Tasnim também alegou que os navios 'colocaram em risco a segurança marítima ao operarem sem as licenças necessárias e ao adulterarem os sistemas de navegação'. A confirmação surge após os EUA terem apreendido um navio iraniano e abordado outro nos últimos dias. De acordo com a BBC, um terceiro navio cargueiro foi atacado enquanto tentava atravessar o Estreito de Ormuz, informou a empresa de inteligência marítima Vanguard.

A Casa Branca elaborou uma lista de países "bons e maus" da OTAN. Essa lista é avaliada em conjunto com maneiras do governo Trump de punir países considerados aliados que não apoiaram a guerra com o Irã. As informações estão em uma reportagem do site Político. O projeto, elaborado por autoridades antes da visita do secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, a Washington neste mês, inclui uma visão geral das contribuições dos membros para a aliança e os classifica em níveis, de acordo com três diplomatas europeus e um oficial de defesa dos EUA. No final do último ano, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, tinha revelado a ideia daqueles que ajudarem o país teriam um 'tratamento especial'. "Aliados que ainda não fizerem sua parte pela defesa coletiva enfrentarão consequências." Segundo fontes, a administração está mantendo todos os detalhes em sigilo enquanto planeja as opções. E as autoridades têm fornecido pouca clareza sobre quais seriam os favores ou as possíveis consequências. “Eles parecem não ter ideias muito concretas… quando se trata de punir maus aliados”, disse outro funcionário europeu, que, como outros, teve sua identidade preservada para discutir questões diplomáticas delicadas. “Mover tropas é uma opção, mas isso não pune principalmente os EUA?” A porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, destacou a frustração do governo americano com os aliados da organização. "Embora os Estados Unidos sempre tenham estado presentes para nossos chamados aliados, os países que protegemos com milhares de soldados não estiveram presentes para nós durante a operação. O presidente Trump deixou clara sua opinião sobre essa dinâmica injusta e, como ele disse, os Estados Unidos se lembrarão disso." Guarda iraniana assume autoria de tiros contra embarcações em Ormuz Embarcações passam pelo Estreito de Ormuz. Giuseppe CACACE / AFP A Guarda Revolucionária do Irã anunciou nesta quarta-feira (22) que apreendeu duas embarcações no Estreito de Ormuz, segundo informações da imprensa estatal. Segundo o comunicado, os dois navios estavam em 'desacordo com as normas'. O texto, divulgado pela agência de notícias Tasnim, destaca que as embarcações foram a MSC Francesca e Epaminondas - os dois navios que foram alvejados no canal anteriormente. A nota ainda acrescenta que foram 'escoltados até a costa iraniana'. A Tasnim também alegou que os navios 'colocaram em risco a segurança marítima ao operarem sem as licenças necessárias e ao adulterarem os sistemas de navegação'. A confirmação surge após os EUA terem apreendido um navio iraniano e abordado outro nos últimos dias. De acordo com a BBC, um terceiro navio cargueiro foi atacado enquanto tentava atravessar o Estreito de Ormuz, informou a empresa de inteligência marítima Vanguard.

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