Governador em exercício do Rio recebe novo presidente da Alerj após eleição
O governador em exercício do Estado do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, recebeu, na tarde desta sexta-feira (17), o novo presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), deputado estadual Douglas Ruas. O encontro ocorreu na sede do Tribunal de Justiça (TJRJ) e marcou o início do diálogo institucional entre o Executivo e o Legislativo sob a nova gestão da Casa. Durante a reunião, o governador Ricardo Couto reforçou a importância da integração entre as instituições para o progresso do Estado. Douglas Ruas sinalizou, pela primeira vez, que pretende assumir a cadeira interina, hoje ocupada pelo presidente do Tribunal de Justiça. Apesar da vitória na Assembleia, Douglas Ruas não assume automaticamente o governo do estado. Isso porque uma decisão liminar do ministro do STF, Cristiano Zanin, mantém Ricardo Couto no controle do Executivo de forma interina. A inversão na linha sucessória permanece pelo menos até a Suprema Corte decidir como será escolhido o governador-tampão, se por eleição direta ou indireta. Douglas Ruas foi eleito para chefia do Parlamento fluminense nesta sexta-feira com 44 votos favoráveis e sem nenhuma chapa concorrente. O bloco de oposição boicotou a sessão em protesto. Nos bastidores, fontes relatam à CBN que, mesmo com a vitória na Alerj, Douglas Ruas pode mais adiante se licenciar da presidência da Casa pra se dedicar à campanha eleitoral regular de outubro e evitar, assim, risco jurídico. O processo no Supremo sobre a eleição do mandato-tampão está suspenso após pedido de vista do ministro Flávio Dino. Mas o acórdão do Tribunal Superior Eleitoral do julgamento que tornou inelegível o ex-governador do Rio Cláudio Castro já foi concluído, segundo o Jornal O Globo, o que pode destravar o processo. O documento, porém, não estipula se a eleição para o comando do estado deve ser direta ou indireta. Enquanto isso, em 20 dias no cargo, o governador em exercício do Rio, o desembargador Ricardo Couto, exonerou 459 servidores comissionados — cargos sem concurso — das secretarias da Casa Civil e de Governo, duas das principais estruturas ligadas ao Palácio Guanabara. O g1 apurou que o plano de reestruturação é mais amplo. Levantamento interno indica que as duas pastas somam cerca de 4 mil servidores. A previsão é cortar aproximadamente 40% desse total, o equivalente a cerca de 1,6 mil cargos. Parte das exonerações mira funcionários que não estariam em atividade, conhecidos como “fantasmas”.

O governador em exercício do Estado do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, recebeu, na tarde desta sexta-feira (17), o novo presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), deputado estadual Douglas Ruas. O encontro ocorreu na sede do Tribunal de Justiça (TJRJ) e marcou o início do diálogo institucional entre o Executivo e o Legislativo sob a nova gestão da Casa. Durante a reunião, o governador Ricardo Couto reforçou a importância da integração entre as instituições para o progresso do Estado. Douglas Ruas sinalizou, pela primeira vez, que pretende assumir a cadeira interina, hoje ocupada pelo presidente do Tribunal de Justiça. Apesar da vitória na Assembleia, Douglas Ruas não assume automaticamente o governo do estado. Isso porque uma decisão liminar do ministro do STF, Cristiano Zanin, mantém Ricardo Couto no controle do Executivo de forma interina. A inversão na linha sucessória permanece pelo menos até a Suprema Corte decidir como será escolhido o governador-tampão, se por eleição direta ou indireta. Douglas Ruas foi eleito para chefia do Parlamento fluminense nesta sexta-feira com 44 votos favoráveis e sem nenhuma chapa concorrente. O bloco de oposição boicotou a sessão em protesto. Nos bastidores, fontes relatam à CBN que, mesmo com a vitória na Alerj, Douglas Ruas pode mais adiante se licenciar da presidência da Casa pra se dedicar à campanha eleitoral regular de outubro e evitar, assim, risco jurídico. O processo no Supremo sobre a eleição do mandato-tampão está suspenso após pedido de vista do ministro Flávio Dino. Mas o acórdão do Tribunal Superior Eleitoral do julgamento que tornou inelegível o ex-governador do Rio Cláudio Castro já foi concluído, segundo o Jornal O Globo, o que pode destravar o processo. O documento, porém, não estipula se a eleição para o comando do estado deve ser direta ou indireta. Enquanto isso, em 20 dias no cargo, o governador em exercício do Rio, o desembargador Ricardo Couto, exonerou 459 servidores comissionados — cargos sem concurso — das secretarias da Casa Civil e de Governo, duas das principais estruturas ligadas ao Palácio Guanabara. O g1 apurou que o plano de reestruturação é mais amplo. Levantamento interno indica que as duas pastas somam cerca de 4 mil servidores. A previsão é cortar aproximadamente 40% desse total, o equivalente a cerca de 1,6 mil cargos. Parte das exonerações mira funcionários que não estariam em atividade, conhecidos como “fantasmas”.



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