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Reboot de Glee é confirmado onze anos depois do fim da série

Obra sobre um coral estudantil se tornou fenômeno e promoveu muita discussão sobre a diversidade entre adolescentes da década passada

Onze anos depois do último episódio de Glee, a comédia sobre o dia a dia de um coral estudantil está de volta. Os serviços de streaming Disney+ e Hulu confirmaram que um reboot já está em produção, mas não ofereceram mais detalhes sobre os bastidores, nem sobre a previsão de estreia.

Sabe-se que, em setembro, o roteirista Ryan Murphy havia revelado à imprensa que o roteiro para uma nova versão do seriado estava finalizado, e que cerca de dez astros da produção original haviam sido contatados. A versão original de Glee era protagonizada por Lea Michele como a obstinada Rachel Berry, que sonhava em dominar a Broadway, e contava também com Chris Colfer no papel de seu amigo Kurt Hummel, rapaz gay que supera o bullying por meio da música.

Ao longo dos anos, o elenco original sofreu duras baixas. Cory Monteith, que interpretava o principal galã e par romântico de Rachel, morreu por overdose em 2013, quando o programa ainda estava no ar. Anos mais tarde, em 2018, o ator Mark Salling que vivia o valentão Puck cometeu suicídio após se declarar culpado por posse de pornografia infantil. Já em 2020, Naya Rivera, atriz que vivia a líder de torcida lésbica Santana, morreu afogada após salvar o filho de um acidente em um lago.

No passado, Colfer havia comentado como as mortes afetavam a possibilidade do retorno da série: “Era um programa muito difícil de fazer, e seria muito difícil voltar agora que a Naya se foi, mas sei que os fãs de Glee me perseguiriam com forquilhas se eu dissesse um ‘não'”.

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No ar entre 2009 e 2015, Glee foi fenômeno de audiência e emplacou 207 regravações de músicas pop na parada Hot 100, que cataloga as faixas mais ouvidas nos Estados Unidos. Ao redor do mundo, a obra também teve efeito comportamental e inspirou debates sobre homofobia e diversidade nas escolas.

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Fonte: veja.abril.com.br

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