Kassab e Tarcísio negam participação em suposto acordo de propina citado por Vorcaro

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, negaram envolvimento em um suposto acordo de propina relatado pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Moraes encaminha a Fachin pedido de investigação contra André Mendonça Moraes e Mendonça têm cinco dias para prestar esclarecimentos sobre crise no STF Segundo apuração do portal UOL, Vorcaro afirma em uma proposta de delação premiada que R$ 5 milhões doados às campanhas de Tarcísio e Jair Bolsonaro, em 2022, seriam contrapartidas financeiras de um suposto acerto de propina com Kassab. Ao todo, R$ 2 milhões foram destinados à campanha de Tarcísio e R$ 3 milhões à de Bolsonaro. As doações foram feitas formalmente por Fabiano Zéttel, cunhado de Vorcaro e investigado na Operação Compliance Zero. Segundo o relato atribuído ao ex-banqueiro, o objetivo seria manter no governo Tarcísio as operações do Credcesta, cartão consignado administrado por uma empresa ligada ao Banco Master. Tarcísio nega ligação com Vorcaro Tarcísio chamou a acusação de ridícula e disse que nunca teve contato ou relação com Vorcaro. "Primeiro, acho que é uma ilação que beira o ridículo, né? Imaginar que eu vou pedir algum favorecimento, ou que o presidente Bolsonaro ia pedir algum favorecimento, é uma coisa que não faz o menor sentido. A PKL, que é a instituição que operava consignada em São Paulo, ela operava e ela foi credenciada a partir de 2022, ou seja, antes do nosso mandato. A gente tem, no Estado de São Paulo, 217 instituições que fazem consignação. Então, essa instituição já fazia consignação em 2022. Mas um detalhe: quantas vezes eu tive com o Vorcaro, com o Zettel? Nunca, nem conheço. Veja se eu apareço em alguma comunicação deles, se eu estou no celular deles, se tem um áudio meu, se tem alguma coisa. Nada. Quantas agendas eles tiveram no governo do Estado de São Paulo? Nenhuma. Então, é uma coisa que não faz o menor sentido, é um absurdo essa ilação." O governador afirmou ainda que o Credcesta foi credenciado em maio de 2022, antes da gestão dele. Segundo Tarcísio, o procedimento é público, não representa contrato com o Estado e não envolve repasse de dinheiro público. Kassab diz que acusação é 'ação de má-fé' Kassab, hoje candidato a vice-presidente na chapa de Ronaldo Caiado, também negou qualquer participação no suposto acordo e classificou a acusação como fantasiosa e fruto de má-fé. "Eu nem apoiei o Bolsonaro para presidente, não é? E nunca tive nenhuma relação com o Vorcaro e, muito menos, com doação para a campanha vinculada a eles. Portanto, que se apure. Vocês vão ver que é fantasioso, isso não existe. Uma ilação ou uma ação de má-fé. Estou muito tranquilo." Kassab afirmou que nunca teve relação com Vorcaro e lembrou que nem sequer apoiou Bolsonaro na eleição presidencial de 2022. Tarcísio disse ainda que a campanha daquele ano recebeu doações de mais de 600 pessoas e teve as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Kassab e Tarcísio negam participação em suposto acordo de propina citado por Vorcaro

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, negaram envolvimento em um suposto acordo de propina relatado pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Moraes encaminha a Fachin pedido de investigação contra André Mendonça Moraes e Mendonça têm cinco dias para prestar esclarecimentos sobre crise no STF Segundo apuração do portal UOL, Vorcaro afirma em uma proposta de delação premiada que R$ 5 milhões doados às campanhas de Tarcísio e Jair Bolsonaro, em 2022, seriam contrapartidas financeiras de um suposto acerto de propina com Kassab. Ao todo, R$ 2 milhões foram destinados à campanha de Tarcísio e R$ 3 milhões à de Bolsonaro. As doações foram feitas formalmente por Fabiano Zéttel, cunhado de Vorcaro e investigado na Operação Compliance Zero. Segundo o relato atribuído ao ex-banqueiro, o objetivo seria manter no governo Tarcísio as operações do Credcesta, cartão consignado administrado por uma empresa ligada ao Banco Master. Tarcísio nega ligação com Vorcaro Tarcísio chamou a acusação de ridícula e disse que nunca teve contato ou relação com Vorcaro. "Primeiro, acho que é uma ilação que beira o ridículo, né? Imaginar que eu vou pedir algum favorecimento, ou que o presidente Bolsonaro ia pedir algum favorecimento, é uma coisa que não faz o menor sentido. A PKL, que é a instituição que operava consignada em São Paulo, ela operava e ela foi credenciada a partir de 2022, ou seja, antes do nosso mandato. A gente tem, no Estado de São Paulo, 217 instituições que fazem consignação. Então, essa instituição já fazia consignação em 2022. Mas um detalhe: quantas vezes eu tive com o Vorcaro, com o Zettel? Nunca, nem conheço. Veja se eu apareço em alguma comunicação deles, se eu estou no celular deles, se tem um áudio meu, se tem alguma coisa. Nada. Quantas agendas eles tiveram no governo do Estado de São Paulo? Nenhuma. Então, é uma coisa que não faz o menor sentido, é um absurdo essa ilação." O governador afirmou ainda que o Credcesta foi credenciado em maio de 2022, antes da gestão dele. Segundo Tarcísio, o procedimento é público, não representa contrato com o Estado e não envolve repasse de dinheiro público. Kassab diz que acusação é 'ação de má-fé' Kassab, hoje candidato a vice-presidente na chapa de Ronaldo Caiado, também negou qualquer participação no suposto acordo e classificou a acusação como fantasiosa e fruto de má-fé. "Eu nem apoiei o Bolsonaro para presidente, não é? E nunca tive nenhuma relação com o Vorcaro e, muito menos, com doação para a campanha vinculada a eles. Portanto, que se apure. Vocês vão ver que é fantasioso, isso não existe. Uma ilação ou uma ação de má-fé. Estou muito tranquilo." Kassab afirmou que nunca teve relação com Vorcaro e lembrou que nem sequer apoiou Bolsonaro na eleição presidencial de 2022. Tarcísio disse ainda que a campanha daquele ano recebeu doações de mais de 600 pessoas e teve as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral.