Pular para o conteúdo
No ar
Ao vivo agora 3CLIMAS CULTURA RÁDIO JORNAL TV
Tocando agora 3CLIMAS CULTURA ao vivo
Fale no WhatsApp

Trump volta a defender que estado americano do Novo México se chame 'Nova América'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender na sua rede social Truth Social que o estado americano do Novo México se chame 'Nova América'. Segundo ele, essa mudança 'agregaria valor e prestígio ao estado'. 'O Novo México deveria mudar imediatamente seu nome para Nova América. Não somos o México, somos os Estados Unidos da América! O nome agregaria grande valor e prestígio ao estado! Os valores dos imóveis e a renda aumentariam, e você se sentiria ainda mais orgul


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender na sua rede social Truth Social que o estado americano do Novo México se chame 'Nova América'. Segundo ele, essa mudança 'agregaria valor e prestígio ao estado'. 'O Novo México deveria mudar imediatamente seu nome para Nova América. Não somos o México, somos os Estados Unidos da América! O nome agregaria grande valor e prestígio ao estado! Os valores dos imóveis e a renda aumentariam, e você se sentiria ainda mais orgulhoso ao saudar nossa bela bandeira americana! Talvez até as eleições fraudulentas, pelas quais o Novo México é conhecido, se tornassem honestas novamente!', declarou Trump. O republicano falou pela primeira vez sobre o tema em setembro quando destacou uma série de mapas modificados. Além desse caso, Trump já fez mudanças 'oficiais', como ao chamar o Golfo do México de Golfo da América e o Lago Ontário de Lago América. Apesar de não possuir peso e servir apenas dentro dos EUA, plataformas de mídia modificaram o nome. À véspera das midterms, aprovação do governo Trump atinge os piores números da história Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante comício no Texas. MANDEL NGAN/AFP Uma nova pesquisa divulgada pelo pool Washington Post-ABC News-Ipsos mostrou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renovou o recorde de pior aprovação da história de um presidente durante exercício do cargo. Ele agora possui 33%, enquanto tinha 37% no último levantamento, feito em julho. A reprovação passou de 61% para 66% nesta pesquisa. Desse total, 52% disseram que o desaprovam fortemente. Esse índice de aprovação é oito pontos menor do que nesta mesma época do ano passado. É o menor índice registrado durante todo o seu primeiro mandato. Entre os eleitores prováveis, a aprovação de Trump é de 38%, com 62% de desaprovação. A pesquisa também revela que, pela primeira vez em mais de uma década, os democratas são vistos como mais confiáveis para lidar com a economia. A situação ocorre às vésperas da disputa eleitoral das midterms, que definirá a nova configuração do Congresso americano e ocorre no próximo dia 6 de novembro. Na disputa pelo controle da Câmara dos Representantes, os democratas têm uma vantagem de oito pontos entre os eleitores registrados e prováveis, uma melhora para o partido desde última pesquisa revelada em julho, quando a vantagem democrata aparecia em três pontos. Em outra pergunta, a pesquisa questionou os eleitores se prefeririam um Congresso liderado pelos democratas, atuando como um freio a Trump, ou um Congresso liderado pelos republicanos, apoiando sua agenda. Por 58% a 39%, os eleitores registrados disseram preferir os democratas. Essa margem é aproximadamente o dobro da registrada há um ano. Os resultados da nova pesquisa revelam um eleitorado que perdeu a fé no presidente, está profundamente preocupado com sua decisão de entrar em guerra com o Irã, sente os efeitos dessa guerra na economia e agora tem mais confiança nos democratas do que nos republicanos para lidar com os principais problemas. Hoje, 72% dizem que o país está indo na direção errada, um aumento de cinco pontos percentuais desde abril. Eleitores registrados como democratas são mais propensos do que os republicanos a dizer que certamente votarão ou já votaram, 75% contra 67%. Enquanto 75% dos republicanos que apoiam o movimento liderado por Trump, o MAGA, dizem que certamente votarão, esse número cai para 57% entre os republicanos que não apoiam o MAGA (embora mais de um quarto desses republicanos que não apoiam o MAGA digam preferir que os democratas controlem o próximo Congresso). Do outro lado, 79% dos democratas que apoiam os Socialistas Democráticos da América dizem que certamente votarão, assim como 73% dos democratas que não apoiam o movimento. A pesquisa foi realizada online entre 9 e 13 de outubro com 2.545 adultos nos EUA, contatados pelo Ipsos KnowledgePanel, um painel contínuo de domicílios americanos recrutados por correspondência usando métodos de amostragem aleatória. Os resultados gerais têm uma margem de erro de mais ou menos dois pontos percentuais. A margem de erro é de mais ou menos 2,2 pontos percentuais.

Fonte: cbn.globo.com

Compartilhar