Quase 500 mil brasileiros que tiveram a declaração do Imposto de Renda de 2026 retida na malha fina estão recebendo um alerta da Receita Federal para corrigir possíveis pendências. O órgão está encaminhando cartas para essas pessoas. A iniciativa começou em 5 de outubro e o envio das correspondências ocorre em lotes semanais até hoje, dia 20 de outubro. O objetivo é estimular a autorregularização antes que o contribuinte seja formalmente intimado pelo Fisco. A Receita explica que a

Quase 500 mil brasileiros que tiveram a declaração do Imposto de Renda de 2026 retida na malha fina estão recebendo um alerta da Receita Federal para corrigir possíveis pendências. O órgão está encaminhando cartas para essas pessoas. A iniciativa começou em 5 de outubro e o envio das correspondências ocorre em lotes semanais até hoje, dia 20 de outubro. O objetivo é estimular a autorregularização antes que o contribuinte seja formalmente intimado pelo Fisco. A Receita explica que a carta não significa, necessariamente, que o contribuinte cometeu uma irregularidade. A declaração pode ter sido retida porque informações apresentadas pelo próprio contribuinte não coincidiram com dados fornecidos por empresas, bancos, planos de saúde ou outras fontes. Quem receber o aviso deve consultar a situação da declaração pelo serviço Meu Imposto de Renda, disponível no site ou no aplicativo da Receita Federal. No sistema, é possível verificar o motivo da retenção e saber quais providências devem ser tomadas. Se houver algum erro na declaração, o contribuinte pode fazer uma declaração retificadora e corrigir as informações espontaneamente. Essa é uma oportunidade para resolver a pendência antes de uma eventual intimação e evitar a aplicação de multa de ofício. A orientação da Receita é que o contribuinte confira os documentos e os dados informados antes de fazer qualquer alteração. Entre os problemas que podem levar uma declaração à malha estão a omissão de rendimentos, informações incorretas sobre dependentes e divergências relacionadas a despesas médicas.
Fonte: cbn.globo.com