Durante as investigações envolvendo o filho do presidente Lula (PT), Lulinha, e a lobista Roberta Luchsinger, a Polícia Federal encontrou fotos de viagens dos dois. Em uma delas, inclusive, em um avião avaliado em R$ 20 milhões durante uma viagem à Finlândia em 2025. As informações são da revista Veja. Roberta e Lulinha são alvos de investigações da Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência na intermediação de contratos com o governo. Ambos negam qualquer irregulari

Durante as investigações envolvendo o filho do presidente Lula (PT), Lulinha, e a lobista Roberta Luchsinger, a Polícia Federal encontrou fotos de viagens dos dois. Em uma delas, inclusive, em um avião avaliado em R$ 20 milhões durante uma viagem à Finlândia em 2025. As informações são da revista Veja. Roberta e Lulinha são alvos de investigações da Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência na intermediação de contratos com o governo. Ambos negam qualquer irregularidade. Em outra imagem, Lulinha e Roberta estão ao lado de Marcelo Checon, empresário do setor de eventos e proprietário de uma empresa de design e cenografia. Nos últimos três anos, Checon firmou 13 novos contratos com o governo federal e multiplicou seu faturamento em 323 vezes. A defesa do filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirma que as viagens ocorreram em razão da estreita amizade entre ele e a empresária. Em nota, os advogados classificaram a investigação como uma possível pesca probatória, prática que consiste na realização de diligências genéricas pelas autoridades, sem um alvo previamente definido. A defesa também questionou a publicação das imagens pela revista às vésperas das eleições. Na terça-feira (20), a Polícia Federal solicitou a prorrogação do prazo de duas investigações que envolvem Roberta e Lulinha. O pedido foi encaminhado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela relatoria dos dois inquéritos na Corte. Além desses procedimentos, há uma terceira investigação sobre o caso, sob relatoria do ministro Flávio Dino.
Fonte: cbn.globo.com