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O estado de saúde de papa Leão XIV após retirada de câncer

Pontífice passou por cirurgia na terça-feira 13 para remover nódulo do pulmão

Os exames médicos do papa Leão XIV, de 71 anos, mostram uma “melhora constante” de seu estado de saúde três dias após uma cirurgia para retirar um tumor cancerígeno do pulmão, afirmou o Vaticano nesta sexta-feira, 16.

“Nesta manhã, o Santo Padre foi submetido a exames de sangue e a uma radiografia de tórax, que confirmaram uma melhora constante de seu estado geral”, afirma o comunicado.

O pontífice cumpre “suas atividades cotidianas normais com total autonomia”, acrescenta a nota.

+ O câncer do papa Leão XIV: uma santa transparência

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Ao longo da semana, mais exames foram efetuados para determinar se o câncer se espalhou. Segundo os médicos, os exames permitirão determinar o estágio exato da doença e os possíveis tratamentos que devem ser adotados, embora o prognóstico seja favorável porque foi extirpado todo o lobo inferior do pulmão direito.

Este foi o primeiro alerta de saúde para o papa americano desde sua eleição como líder da Igreja Católica, em 8 de maio de 2025. Com um bom estado de saúde, ele é fã de esportes, em particular o tênis, que continua praticando regularmente.

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Espera-se que sua recuperação dure uma semana e não deva afetar sua turnê, de 6 a 17 de novembro, pela América Latina. Embora o religioso tenha nascido em Chicago, nos Estados Unidos, passou mais de 20 anos no Peru, país do qual também tem a nacionalidade e onde é aguardado com grande expectativa.

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No domingo, ao final da Oração do Angelus, Leão XIV anunciou que o nódulo foi detectado “em uma fase muito inicial” durante exames médicos recentes, uma informação que surpreendeu os fiéis reunidos na Praça de São Pedro e os católicos de todo o mundo.

“Os médicos consideram conveniente intervir e, portanto, seguindo os conselhos deles, decidi me submeter a uma operação para removê-lo”, explicou o pontífice.

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+ O que se sabe sobre a cirurgia do papa Leão XIV

A declaração representou uma transparência pouco habitual no Vaticano, onde a comunicação sobre a saúde dos papas é tradicionalmente muito controlada, apesar dos esforços de seu antecessor, Francisco, falecido em abril de 2025, por uma abertura maior.

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Fonte: veja.abril.com.br

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