O Ministério Público Eleitoral pediu ao Tribunal Superior Eleitoral que arquive o processo em que as campanhas do presidente Lula e do senador Flávio Bolsonaro alegaram que abririam seus sigilos bancário e fiscal. A Procuradoria Eleitoral concordou com o relator do caso, ministro André Mendonça, que concluiu que a divulgação das informações é voluntária. Na visão do vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, não há interesse jurídico" no caso - ou seja, ele deve ser res

O Ministério Público Eleitoral pediu ao Tribunal Superior Eleitoral que arquive o processo em que as campanhas do presidente Lula e do senador Flávio Bolsonaro alegaram que abririam seus sigilos bancário e fiscal. A Procuradoria Eleitoral concordou com o relator do caso, ministro André Mendonça, que concluiu que a divulgação das informações é voluntária. Na visão do vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, não há interesse jurídico" no caso - ou seja, ele deve ser resolvido fora da Justiça eleitoral. Na decisão citada pelo MP, Mendonça afirmou que que os candidatos podem divulgar dados referentes a sigilos bancário e telefônico sem necessidade de ordem judicial. Depois dessa orientação, as duas campanhas entregaram novos documentos à Corte, mas sem abrir publicamente as informações.
Fonte: cbn.globo.com