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Como é o equipamento que encontra celulares em presídios?

Mais presídios do país devem passar a contar com o dispositivo usado para encontrar celulares ilegais. O Equipamento Tático de Revista Eletrônica (ETRE) é compacto, fica dentro de uma mochila e tem um formato que lembra um roteador de internet, com inúmeros cabos, segundo imagens fornecidas à coluna pela Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais). Os policiais penais recorrem a ele para a realização de varreduras. U2 anuncia dois shows no Brasil em 2027; confira Influencer simu


Mais presídios do país devem passar a contar com o dispositivo usado para encontrar celulares ilegais. O Equipamento Tático de Revista Eletrônica (ETRE) é compacto, fica dentro de uma mochila e tem um formato que lembra um roteador de internet, com inúmeros cabos, segundo imagens fornecidas à coluna pela Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais). Os policiais penais recorrem a ele para a realização de varreduras. U2 anuncia dois shows no Brasil em 2027; confira Influencer simula entrevista de emprego com IAs, que ficam conversando entre si e entram em looping O ETRE simula uma torre de telefonia móvel. Quando os celulares no entorno se conectam, fica registrado o código individual de cada um deles, conhecido como IMEI. Ele é fundamental para que as autoridades solicitem o bloqueio junto às operadoras de telecomunicações. Em resumo, o celular pode até continuar dentro da cela, mas fica sem acesso à rede móvel (3G, 4G e 5G). A Senappen explicou à coluna que o ETRE é utilizado para detecção de celulares, roteadores com eSIM, relógios inteligentes e outros eletrônicos que se conectam à rede de telefonia. Já um outro aparelho, chamado leitor de espectro, é utilizado para localizar dispositivos que usam Wi-Fi, rádio FM e Bluetooth. Dispositivo usado para encontrar celulares ilegais em presídios Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) Os detalhes do ETRE foram divulgados na esteira do decreto número 13.136/2026, de terça-feira (13), que agiliza o bloqueio de celulares e outros dispositivos ilegais nos presídios. A medida reduz a burocracia e aumenta a rapidez dos bloqueios. Até então, era necessária uma decisão judicial para cada IMEI detectado pelo ETRE. Com a mudança, basta uma decisão administrativa para que isso ocorra. Segundo uma fonte, o procedimento ocorre em questão de horas. O primeiro balanço após o decreto veio do Rio de Janeiro. Em uma ação da Operação Modo Avião, na noite de quarta-feira (14), foram identificados 143 dispositivos nos presídios do estado. Todos foram bloqueados pela Anatel.

Fonte: cbn.globo.com

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