As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acionaram, nesta sexta-feira (23), a Justiça Eleitoral pedindo a cassação dos registros ou diplomas das candidaturas adversárias. Em mais uma guerra de pedidos encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral, as duas ações foram distribuídas ao corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. The Economist repercute eleições no Brasil e cobra reformas econômicas Ministério Público do Trabalho recebeu 1.773 denúncias de

As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acionaram, nesta sexta-feira (23), a Justiça Eleitoral pedindo a cassação dos registros ou diplomas das candidaturas adversárias. Em mais uma guerra de pedidos encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral, as duas ações foram distribuídas ao corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. The Economist repercute eleições no Brasil e cobra reformas econômicas Ministério Público do Trabalho recebeu 1.773 denúncias de assédio eleitoral no país em 2026 Não é a primeira vez que as campanhas recorrem ao TSE para tentar barrar as candidaturas adversárias. Desta vez, a campanha de Flávio Bolsonaro pede a cassação da chapa de Lula e do vice, Geraldo Alckmin, por suposto uso eleitoral da Rádio Nacional, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação mantida com recursos federais. A ação aponta 36 episódios de favorecimento a Lula ou de críticas a Flávio entre agosto e outubro, incluindo manifestações sobre o Bolsa Família e acusações contra o candidato do PL na reta final do segundo turno. O processo também envolve a presidente da EBC, Antonia Pellegrino, e o apresentador Agostinho Teixeira. A defesa pede ainda a inelegibilidade dos responsáveis, conforme a participação de cada um, e aplicação de multas. Já a campanha de Lula pede a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro e a inelegibilidade dele e do deputado Eduardo Bolsonaro por oito anos. A ação aponta suspeitas de abuso de poder econômico e financiamento eleitoral indireto com recursos de origem ilícita relacionados ao filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. Segundo a petição, Flávio negociou com o banqueiro Daniel Vorcaro um aporte de 24 milhões de dólares, e sete transferências somaram cerca de R$ 69 milhões. A campanha afirma que a empresa responsável pelos repasses é investigada por movimentações financeiras relacionadas ao PCC. Os dois pedidos incluem medidas para aprofundar as investigações, como compartilhamento de provas, rastreamento de transferências e quebra de sigilos bancário e fiscal.
Fonte: cbn.globo.com