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Alesp vai analisar denúncia contra deputado Marcelo Aguiar (PL) por uso irregular de carro oficial

A Assembleia Legislativa de São Paulo informou que o Conselho de Ética vai analisar uma denúncia contra o deputado Marcelo Aguiar (PL) pelo uso de um carro com placa oficial da Casa, mas que não estava cadastrado no gabinete do parlamentar. A denúncia foi apresentada na segunda-feira (19) pelas deputadas Ediane Maria e Monica Seixas, ambas do PSOL. A irregularidade foi identificada depois de uma confusão envolvendo Marcelo Aguiar em uma balada no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, na n


A Assembleia Legislativa de São Paulo informou que o Conselho de Ética vai analisar uma denúncia contra o deputado Marcelo Aguiar (PL) pelo uso de um carro com placa oficial da Casa, mas que não estava cadastrado no gabinete do parlamentar. A denúncia foi apresentada na segunda-feira (19) pelas deputadas Ediane Maria e Monica Seixas, ambas do PSOL. A irregularidade foi identificada depois de uma confusão envolvendo Marcelo Aguiar em uma balada no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, na noite de domingo (18). Segundo testemunhas, o deputado aparentava estar embriagado e assediava mulheres dentro do estabelecimento. Dois homens teriam ido tirar satisfação com ele, quando houve uma discussão e um disparo da arma do parlamentar. O tiro atingiu de raspão o pé do apresentador Fred Bruno, da TV Globo, que estava no local, que descreveu o momento do impacto. A principal hipótese da Polícia Civil é de que o disparo tenha sido acidental, durante uma queda do deputado. O registro da Polícia Militar, porém, aponta que ele teria sacado a arma para se defender. A pistola foi apreendida para perícia. Segundo a segurança da balada, Marcelo entrou sem passar por revista depois de se identificar como deputado e não informou que estava armado. Ele precisou ser amparado por policiais para chegar até a delegacia na madrugada desta segunda-feira. Apesar disso, foi liberado sem ser submetido a exame de embriaguez. A defesa afirma que Marcelo estava sob efeito de medicamentos fortes, que provocaram uma reação adversa, e nega que ele tenha sido preso. O deputado também declarou à polícia que, caso sua arma tenha disparado, o tiro foi acidental. Conhecido também como cantor gospel, Marcelo não foi reeleito, mas ficou como suplente para a próxima legislatura.

Fonte: cbn.globo.com

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