Pesquisa mostra disputa apertada pelo governo do Espírito Santo entre Lorenzo Pazolini e Ricardo Ferraço
Lorenzo Pazolini aparece com 51,2% dos votos válidos e Ricardo Ferraço, com 48,8%, na nova pesquisa AtlasIntel sobre o segundo turno para o governo do Espírito Santo divulgada neste sábado, 24. A diferença numérica entre os dois candidatos é de 2,4 pontos percentuais.
Como a margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado aponta uma disputa apertada na reta final da eleição estadual.
Como fica a disputa nos votos totais?
No cenário que considera todos os entrevistados, Pazolini tem 49,8% das intenções de voto e Ferraço, 47,4%. Outros 1,5% dizem não saber em quem votar, enquanto 1,3% declaram voto branco ou nulo.
A diferença numérica entre os dois candidatos nos votos totais é de 2,4 pontos percentuais, a mesma observada no cálculo dos votos válidos.
Como homens e mulheres se dividem?
Os cruzamentos demográficos mostram comportamentos distintos entre homens e mulheres. Entre os homens, Pazolini aparece com 56,8% e Ferraço, com 38,1%. Entre as mulheres, Ferraço registra 54,8% e Pazolini, 40,9%.
Os demais percentuais se distribuem entre indecisos e votos brancos ou nulos. Como os recortes têm bases menores do que a amostra total, devem ser interpretados com cautela.
Onde Pazolini e Ferraço têm seus maiores percentuais?
O levantamento também mostra diferenças territoriais dentro do estado. Na Grande Vitória, Pazolini aparece numericamente à frente em alguns recortes, enquanto Ferraço registra percentuais mais elevados em outros segmentos regionais.
A pesquisa apresenta ainda resultados para Cachoeiro de Itapemirim, interior da Grande Vitória, São Mateus e Colatina, com variações relevantes entre os dois candidatos. Como as bases dessas subdivisões são menores, os números devem ser lidos como retratos específicos de cada segmento.
Como o voto varia conforme a renda?
A divisão por renda também mostra diferenças entre os dois candidatos. Nos grupos de renda mais baixa, Ferraço aparece numericamente mais competitivo, enquanto Pazolini registra percentuais maiores em algumas das faixas de renda intermediária e alta.
O cruzamento reforça que a disputa estadual não se distribui de maneira uniforme entre os diferentes perfis socioeconômicos do eleitorado capixaba.
Como católicos e evangélicos se dividem?
Entre os evangélicos, Pazolini registra percentual numericamente superior ao de Ferraço. Entre os católicos, a disputa aparece mais equilibrada.
O levantamento também apresenta recortes entre pessoas sem religião e entrevistados de outras crenças, mas, novamente, com bases menores e maior necessidade de cautela na leitura.
Para onde foram os votos do primeiro turno?
A AtlasIntel também cruza a intenção de voto no segundo turno com o candidato escolhido na primeira etapa da eleição. Os dados mostram que Pazolini e Ferraço conseguem manter parcelas expressivas de seus próprios eleitores, enquanto os votos dos candidatos derrotados se redistribuem de forma diferente entre os dois finalistas.
O cruzamento inclui eleitores de outros nomes que disputaram o governo no primeiro turno, além de quem declarou voto branco, nulo ou não soube responder.
Qual é a metodologia da pesquisa?
A pesquisa AtlasIntel ouviu 1.865 eleitores do Espírito Santo entre os dias 18 e 23 de outubro por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números ES-05872/2026 e BR-00339/2026.
VEJA+IA: Este conteúdo de pesquisa foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.
Fonte: veja.abril.com.br