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A diferença na escolha de ricos e pobres entre Flávio e Lula, segundo nova pesquisa Real Time Big Data

No eleitorado geral, senador supera o presidente numericamente

A renda é um dos recortes em que a divisão do eleitorado entre Lula e Flávio Bolsonaro aparece de forma mais acentuada na nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira, 20. Entre os brasileiros que recebem até dois salários mínimos, presidente registra 54% das intenções de voto no segundo turno, enquanto o senador tem 39%. A situação se inverte nas duas faixas de renda seguintes, com vantagem numérica do senador.

Entre quem recebe de dois a cinco salários mínimos, Flávio aparece com 51% e Lula, com 41%. Já entre os eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, a diferença cresce: o bolsonarista chega a 61%, enquanto o petista registra 33%.

Como votam os eleitores de menor renda?

Na faixa de até dois salários mínimos, Lula tem 54% das intenções de voto, contra 39% de Flávio Bolsonaro. Outros 5% afirmam que votarão em branco ou nulo e 2% não sabem ou não responderam. A diferença numérica entre os dois candidatos nesse segmento é de 15 pontos percentuais.

Esse é o único dos três grupos de renda apresentados pela Real Time Big Data em que Lula registra percentual maior do que o adversário. O recorte representa 46% da amostra do levantamento, segundo o perfil divulgado pelo instituto.

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O que acontece entre quem ganha de dois a cinco salários mínimos?

A partir da faixa de dois a cinco salários mínimos, o cenário se inverte. Flávio Bolsonaro aparece com 51% das intenções de voto e Lula, com 41%. Branco ou nulo somam 6%, enquanto 2% não sabem ou não responderam.

Nesse grupo, a distância numérica entre os dois é de 10 pontos percentuais. Os eleitores dessa faixa representam 33% da amostra da pesquisa.

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Onde a diferença é maior?

Entre os entrevistados que recebem mais de cinco salários mínimos, Flávio alcança 61%, seu maior percentual entre os três segmentos de renda. Lula registra 33%, enquanto 3% dizem votar em branco ou nulo e outros 3% não sabem ou não responderam.

A distância entre os candidatos nessa faixa chega a 28 pontos percentuais, maior do que a registrada nos outros dois grupos de renda. Esse segmento corresponde a 21% da amostra apresentada pela Real Time Big Data.

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O que o recorte de renda mostra sobre a disputa?

Os números revelam movimentos opostos conforme aumenta a renda declarada. Lula passa de 54% entre quem ganha até dois salários mínimos para 41% na faixa intermediária e 33% entre quem recebe mais de cinco salários. Flávio faz o percurso inverso: sai de 39% no grupo de menor renda, chega a 51% entre quem recebe de dois a cinco salários e alcança 61% no segmento de renda mais alta.

A pesquisa registra essas diferenças entre os segmentos, mas não investiga as razões pelas quais a intenção de voto varia conforme a renda. Os dados, portanto, permitem descrever o perfil eleitoral de cada faixa, mas não atribuir causas a essas diferenças.

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Como está a disputa no conjunto do eleitorado?

No cenário estimulado, Flávio Bolsonaro aparece com 48% das intenções de voto e Lula, com 45%. Outros 5% declaram voto branco ou nulo e 2% não sabem ou não responderam. Nos votos válidos, o levantamento registra 52% para Flávio e 48% para Lula.

Qual é a metodologia da pesquisa?

A pesquisa Real Time Big Data ouviu 2.000 eleitores em todo o país entre os dias 15 e 19 de outubro. As entrevistas foram realizadas por telefone, com entrevistadores humanos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02952/2026.

VEJA+IA: Este conteúdo de pesquisa foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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Fonte: veja.abril.com.br

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