Polícia Civil de SP tem cinco dias para enviar à PF documentos de operação que mirou produtora de 'Dark Horse'

A Polícia Civil de São Paulo tem cinco dias para compartilhar com a Polícia Federal os documentos e dados recolhidos durante a Operação Wi-Fi, que teve como alvo um instituto da produtora do filme Dark Horse. O prazo foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, que autorizou a Polícia Federal a acessar as provas da Polícia paulista sobre a produtora. A Polícia paulista precisa enviar relatórios, dados contábeis e extrações de celulares recolhidos nos endereços da produtora responsável pela obra e de empresas associadas. Os dados serão anexados a um inquérito no STF que investiga o suposto uso irregular de emendas parlamentares na produção do filme Dark Horse. O foco central das apurações é o Instituto Conhecer Brasil e a produtora Go UP, entidades geridas pela empresária Karina Ferreira da Gama. A Polícia Civil apura possíveis irregularidades em um contrato 108 milhões de reais da entidade com a Prefeitura de São Paulo, suspeitando de desvio de verbas para o projeto audiovisual.

Polícia Civil de SP tem cinco dias para enviar à PF documentos de operação que mirou produtora de 'Dark Horse'

A Polícia Civil de São Paulo tem cinco dias para compartilhar com a Polícia Federal os documentos e dados recolhidos durante a Operação Wi-Fi, que teve como alvo um instituto da produtora do filme Dark Horse. O prazo foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, que autorizou a Polícia Federal a acessar as provas da Polícia paulista sobre a produtora. A Polícia paulista precisa enviar relatórios, dados contábeis e extrações de celulares recolhidos nos endereços da produtora responsável pela obra e de empresas associadas. Os dados serão anexados a um inquérito no STF que investiga o suposto uso irregular de emendas parlamentares na produção do filme Dark Horse. O foco central das apurações é o Instituto Conhecer Brasil e a produtora Go UP, entidades geridas pela empresária Karina Ferreira da Gama. A Polícia Civil apura possíveis irregularidades em um contrato 108 milhões de reais da entidade com a Prefeitura de São Paulo, suspeitando de desvio de verbas para o projeto audiovisual.