Alvo de operação da PF por lavagem de dinheiro em apostas, advogado se afasta de escritório em SP

O advogado Nelson Wilians, que foi alvo de uma operação da Polícia Federal na quinta-feira (14), decidiu se afastar, por prazo indeterminado, do escritório de advocacia que leva seu nome. A Nelson Wilians Advogados emitiu um comunicado informando que, a partir desta sexta-feira, a administração do escritório passa a ser exercida por um Comitê Executivo, responsável por assegurar a continuidade das operações, o fortalecimento da governança institucional e o relacionamento com clientes, colaboradores e parceiros. Na operação de quinta-feira, Nelson Wilians foi apontado como possível operador financeiro de um esquema envolvendo um grupo empresarial do Nordeste investigado por lavagem de dinheiro ligado a jogos de azar e apostas esportivas. O esquema teria movimentado mais de dois bilhões de reais de forma suspeita entre 2022 e 2025, segundo a Polícia Federal, que cumpriu mandados de busca e apreensão na mansão do advogado, em São Paulo. O principal alvo foi a PixBet, da Paraíba. A Polícia Federal identificou pagamentos entre a empresa e a PixStar, apontada pela investigação como uma empresa fantasma sediada em Curaçao. Ainda no comunicado, Nelson Wilians declarou que, neste momento, optou por se dedicar à família e à defesa, e que o afastamento também vai permitir que ele acompanhe os desdobramentos das apurações em curso. Ele ainda reforçou que está à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários. Wilians é dono de um dos maiores escritórios de advocacia empresarial do Brasil e soma mais de um milhão de seguidores em uma rede social. Ele ganhou notoriedade ao ostentar uma vida de luxo com viagens de jatinho e carros importados. Essa não é a primeira operação envolvendo o advogado. No mês passado, o escritório dele foi alvo de outra investigação, sobre a venda de créditos falsos de ICMS. O esquema envolvia três bilhões e oitocentos milhões de reais em créditos tributários, de acordo com a apuração. Em setembro do ano passado, Wilians já tinha sido alvo da PF por suposta participação no esquema de fraudes do INSS.

Alvo de operação da PF por lavagem de dinheiro em apostas, advogado se afasta de escritório em SP

O advogado Nelson Wilians, que foi alvo de uma operação da Polícia Federal na quinta-feira (14), decidiu se afastar, por prazo indeterminado, do escritório de advocacia que leva seu nome. A Nelson Wilians Advogados emitiu um comunicado informando que, a partir desta sexta-feira, a administração do escritório passa a ser exercida por um Comitê Executivo, responsável por assegurar a continuidade das operações, o fortalecimento da governança institucional e o relacionamento com clientes, colaboradores e parceiros. Na operação de quinta-feira, Nelson Wilians foi apontado como possível operador financeiro de um esquema envolvendo um grupo empresarial do Nordeste investigado por lavagem de dinheiro ligado a jogos de azar e apostas esportivas. O esquema teria movimentado mais de dois bilhões de reais de forma suspeita entre 2022 e 2025, segundo a Polícia Federal, que cumpriu mandados de busca e apreensão na mansão do advogado, em São Paulo. O principal alvo foi a PixBet, da Paraíba. A Polícia Federal identificou pagamentos entre a empresa e a PixStar, apontada pela investigação como uma empresa fantasma sediada em Curaçao. Ainda no comunicado, Nelson Wilians declarou que, neste momento, optou por se dedicar à família e à defesa, e que o afastamento também vai permitir que ele acompanhe os desdobramentos das apurações em curso. Ele ainda reforçou que está à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários. Wilians é dono de um dos maiores escritórios de advocacia empresarial do Brasil e soma mais de um milhão de seguidores em uma rede social. Ele ganhou notoriedade ao ostentar uma vida de luxo com viagens de jatinho e carros importados. Essa não é a primeira operação envolvendo o advogado. No mês passado, o escritório dele foi alvo de outra investigação, sobre a venda de créditos falsos de ICMS. O esquema envolvia três bilhões e oitocentos milhões de reais em créditos tributários, de acordo com a apuração. Em setembro do ano passado, Wilians já tinha sido alvo da PF por suposta participação no esquema de fraudes do INSS.